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07/04/2026
Debate no Senado: Carlos Magno alerta para que ECA Digital não seja mais uma lei ineficaz no Brasil
BRASÍLIA, DF - O Senado Federal sediou nesta segunda-feira
(06) mais uma Audiência Pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social (CCS)
do Congresso Nacional, para debater o Estatuto Digital da Criança e do
Adolescente — ECA Digital, sob o ponto e vista da Sociedade Civil. Marco
normativo na proteção on-line de crianças e adolescentes, o ECA Digital,
sancionado há menos de um mês, promove avanços para a segurança de crianças e
adolescentes nos ambientes virtuais. Mas a legislação é apenas o início do enfrentamento aos
desafios impostos pela própria norma e da necessidade de mudança cultural. Esse
foi um dos pontos debatidos pelo CCS. O ECA Digital reúne responsabilidades a serem
compartilhadas pelo tripé empresas de tecnologia, famílias e Estado. A Lei
15.211, de 2025, foi recém-regulamentada por três decretos, entre eles o
Decreto 12.880, de 2026, que prevê a implementação progressiva de diversas
disposições. Durante os debates, o Conselheiro Carlos Magno,
representante da Paraíba no CCS, alertou para que o ECA Digital tenha a sua aplicabilidade
acompanhada pela sociedade e não se torne mais uma lei ineficaz no Brasil. “O Conselho
de Comunicação tem uma responsabilidade muito grande que é fazer com que o ECA
Digital, que é um avanço muito importante (...) não caia no desuso, não seja
mais uma lei criada no Brasil que fica no papel”, ressaltou. O Conselheiro lembrou que o momento atual de existência da
internet requer atenção e instrumentos como o EC Digital. “A presença de
crianças e adolescentes nas redes sociais, em alguns casos, chega até a ser
necessária. Neste contexto, o ECA Digital vem para lançar um olhar, não apenas sobre
a internet, mas notadamente sobre as redes sociais, para que o convívio de
crianças e adolescentes nas redes não seja algo danoso”. Veja mais detalhes, CLIQUE AQUI.
Assessoria, com foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
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