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29/10/2026
Presidente da FIEPB e da Nordeste Forte participa, em Brasília, da construção da Agenda Legislativa 2027
BRASÍLIA, DF - O presidente da Federação das Indústrias do
Estado da Paraíba (FIEPB) e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira,
participou, esta semana, em Brasília, de um evento promovido pela Confederação
Nacional da Indústria (CNI), que marcou o início da construção da 32ª edição da
Agenda Legislativa da Indústria. O documento é o principal instrumento de
representação dos interesses do setor industrial brasileiro junto ao Congresso
Nacional. De acordo com o presidente, a Agenda Legislativa da
Indústria é um instrumento fundamental para articular as demandas do setor,
contribuir para a melhoria do ambiente de negócios e fortalecer o diálogo entre
a indústria e o Poder Legislativo. "A consolidação de uma agenda forte para 2027 é
indispensável. Não se trata apenas de defender o setor industrial, mas de
apresentar ao Congresso caminhos sólidos para que o Brasil e, especialmente, a
região Nordeste voltem a crescer com competitividade e geração de empregos”,
enfatizou Cassiano Pereira. Representando também o Conselho Temático de Mineração
(Comin) da CNI, do qual é vice-presidente, Cassiano Pereira destacou, em sua
fala, a importância de fortalecer o setor. “A indústria está no centro da nova dinâmica produtiva
global. O Brasil pode aproveitar cada vez mais de suas vantagens no mercado
internacional da mineração, bem como induzir seu processo de
neoindustrialização”, explicou o presidente da FIEPB e da Nordeste Forte. 
Agenda e representatividade industrial Construída com a participação de entidades que compõem a
base industrial, a Agenda Legislativa da Indústria orienta a atuação
institucional junto ao Poder Legislativo e consolida as prioridades e os
posicionamentos do setor em relação às proposições em tramitação no Congresso
Nacional. De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, 2027 será
um ano extremamente desafiador, com uma nova legislatura e reformas importantes
em discussão. Alban observou que a indústria precisará buscar estratégias e
abordagens para avançar em temas importantes, diante de um cenário em que o
país terá de reduzir os gastos públicos. “Vamos continuar a nossa luta pela indústria, contribuindo
com soluções para o Legislativo. Precisamos de um país forte, pois sem
crescimento econômico é impossível manter desenvolvimento social”, pontuou
Ricardo Alban. Nesse processo de construção, a CNI reuniu mais de 180
representantes de federações estaduais das indústrias e de associações
setoriais para iniciar a elaboração do documento, que será lançado oficialmente
no dia 30 de março.
Déborah Souza – Assessoria/FIEPB, com fotos: Divulgação
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